quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Solidão/Liberdade

Postado por Gabriela L. às 02:19 0 comentários
Simplismente na minha solidão começo a pensar sobre todas as coisas que eu poderia ser. Sozinha eu fui em busca de tudo que me fizesse me sentir melhor, mas ao invés apenas tristeza, pena e sofrimento.
Apenas sendo vista como um reflexo tenebroso de tanto que a julgam. Por que eu deveria ser boa? Se me fizeram partir em mil pedaços, faço o mesmo com quem um dia foi feliz e bondoso. Mas essa não é a grande questão.
Ao menos poderia tomar minhas próprias decisões e me sentir livre para sempre? Pois parece que nem isso posso, afinal, não seria visto como um grito do socorro e sim como o grito da loucura sem cura. Justo a causa posso dá apenas um passo e facilmente acabar com toda essa dor. E a coragem? Não existe. Só de imaginar a aflição de um ou dois segundos pondo fim na sua vida, mil pensamentos vindo a tona, talvez arrependimento juntamente com alívio. "É agora ou nunca" não tão simples assim. Já estou morta por dentro, morrer por fora não faz diferença para mim, afinal para que viver essa vida morta? E há quem diga que a felicidade está em todos os lugares.
E eu declaro que meus sentimentos são o meu túmulo e não há quem possa me salvar pois ninguém salva inutilidades, apenas jogam fora.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

A busca pelo sentido da vida

Postado por Gabriela L. às 18:40 0 comentários
Um domingo nublado e frio
Consente numa grande tristeza
Sentimentos se exploram
Um olhar sobre todas as coisas

Revelam uma grande natureza
De pessoas frias e amargas
Cada vez mais pertubadas
Tentando fugir de mundo

Sob um andar vagaroso e vazio
Pessoas conteplam o sentido da vida
Só enxergam agonia e desespero
E quando mais procuram maior é a decepção.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Chave da alegria

Postado por Gabriela L. às 22:47 0 comentários
Tão perto de um lago distante
Se vejo longe de uma realidade
Vagando em mente dos problemas
Transbordando-se em tristeza

Procurando a chave da alegria
Tão pequena e difícil de encontrar
Sabendo-se que encontrando-a
Seria a solução dos conflitos

Passando dias de tormentos
Sendo incapaz de impedi-los
Afinando todas as lágrimas
Aumentando a dor constante.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Postado por Gabriela L. às 23:02 0 comentários
"Mas o que se passa com você?"
Lentamente levantei os olhos e respondi:
"Apenas uma sensação de vazio
De falta de amor e compreensão"

"Mas por que? Como se tornou assim?"
"Creio que passo por muitas problemas
Todos os dias as pessoas me machucam
E fazem questão de esfregar na minha face"

"Nossa, e você se importa ainda?"
"Sim, pois isso ainda me machuca
As vezes sorrio pra esconder isso tudo
Maqueio o sofrimento com felicidade"

"E até quando isso vai levar?"
"Até o dia que eu consegui ser forte
E consegui encontrar a felicidade real
E surpreender todos que me machucaram"
Postado por Gabriela L. às 22:43 0 comentários
Como explicar esse amor?
De diversas maneiras
Mas nenhuma descreve
Tudo de uma forma exata

Sei que não é correspondido
Há outra que ocupa seu coração
Que nem nos meus sonhos sou eu
E eu que sonhei tanto nisso

Isso fere tanto que acaba comigo
Não choro e não vou chorar
Apenas fica intalado doendo
Não se sabe até quando

Mas eu espero que isso passe
E que eu encontre alguém
Que eu ame da mesma forma que te amei
E eu desejo que você seja feliz com ela

sábado, 31 de dezembro de 2011

Postado por Gabriela L. às 03:01 0 comentários
E tudo que eu mais desejo é ser feliz
Não é algo clichê ou metafórico
É apenas uma grande necessidade salvatória

O grande desejo de nunca mais chorar
Rir e sorrir sempre espontaneamente
E nunca mais pensar em como se suicidar

Não ligar para o que os outros falam também
Limpar toda a angustia e tristeza do coração
Mostrar vindo de dentro pra fora a felicidade

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Postado por Gabriela L. às 21:55 0 comentários
E lá vem aquele som estrondante
Cada batida do meu coração
Revela um grande poder
Que elas fazem sobre mim

Alguns me derrotam
Outros me levantam
Uns misturam
E ainda os que me mantem viva

Olha-se para a minha esquerda
Vejo mil pedaços
De que deixei cair
E ainda tento pega-los

Me manter em pé é um desafio
Que eu conquisto todos os dias
E quem sabe minha vida
Sabe que continuarei assim
 

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